Alemania buscará ser sede de Olimpiadas en 2024

Alemania presentará su candidatura para organizar los Juegos Olímpicos de 2024, posiblemente en Berlín o en Hamburgo.

La junta directiva del Comité Olímpico Alemán aprobó el martes por unanimidad la presentación de una candidatura, y ahora escuchará propuestas de las dos ciudades antes a elegir a una como su representante en marzo del año próximo.

“Confiamos en que ésta será una gran oportunidad para una de las ciudades y para el deporte entero”, dijo el presidente del Comité, Alfons Hoermann. “Confiamos además en que un proyecto olímpico puede ser y será bueno para el país”.

Si la búsqueda de la sede de 2024 no resulta exitosa, Alemania podría pujar por los juegos de 2028.

Berlin es la capital y la mayor ciudad de Alemania, mientras que Hamburgo es el principal puerto, en la margen norte del Río Elba.

“Tenemos dos candidatas inmejorables, Berlín y Hamburgo”, dijo Hoermann. La candidata final se elegirá el 21 de marzo.

No existen otras candidatas oficiales para estos juegos hasta ahora, aunque Estados Unidos podría encuentrar la sede. La votación del comité Olímpico Internacional se realizará en 2017.

Estambul, Roma, París y Doha se han mencionado como posibles candidatas.

Alemania no tiene unos Juegos Olímpicos de verano desde 1972 en Munich. Aquel suceso fue empañado por el mortífero arremetida por parte de un grupo armado palestino contra atletas israelíes.

Berlín organizó los juegos de 1936, aprovechados por Adolf Hitler como una herramienta propagandística del régimen nazi. Garmish Partenkirchen organizó los Juegos Olímpicos de Invierno en ese mismo año.

Ha habido varias campañas fallidas de Alemania para organizar los Juegos. Berlín no consiguió las Olimpíadas de 2000, hechas en Sydney, y Leipzig fue derrotada por Londres para llevar a cabo las competiciones de 2012.

Garmish Partenkirchen perdió la votación para definir la sede de los juegos invernales de 1960, que se realizaron en Squaw Valley, California, mientras que Berchtesgaden no fue seleccionada para ese mismo suceso en 1992, cuando la ciudad organizadora fue Albertville, Francia.



Sebrae cadastra empreendedores para receberem encomendas para as …

De olho nos negócios que podem ser gerados com as Olimpíadas de 2016 no Rio, as pequenas e médias empresas já começam a se movimentar. E um impulso relevante para os primeiros passos na busca por contratos está sendo dado pelo Sebrae, que criou um programa com o Rio 2016, organizador dos Jogos, para cadastrar os empreendedores.

De acordo com projeção do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a meta é que as PMEs tentem absorver R$ 300 milhões em encomendas de cerca de 90 itens que já foram mapeados.

Até o momento, o Sebrae, que já cadastrou duas mil companhias, pretende chegar a cinco mil até o próximo ano. Os setores mais beneficiados serão os de brindes, uniformes, cosméticos e construção civil, diz Francisco Marins, coordenador do projeto Sebrae no Pódio.

“Queremos que as pequenas e médias empresas participem dos ganhos que os Jogos vão trazer para o Rio e para o país. Por isso, criamos esse projeto em parceria com o Rio 2016 (comitê organizador das Olimpíadas). Mas percebemos que grande parte desses empreendedores não conta com qualificação necessária para serem fornecedores. Por isso, passamos a criar consultorias de gestão e financeira para ajudar no planejamento”, diz Marins.

A empresária Maristela Simões toca com o marido a compañía de sabonetes e cosméticos artesanais Maristela Simões Banho Hogar. Ela explica que, ao se cadastrar no programa do Sebrae, passou a ter consultoria gratis para entender o gerenciamento econômico de uma compañía e aprendeu noções de fluxo de caixa. Além disso, passou a se programar com antecedência para estar pronta na hora de participar de uma rodada de negócios. Assim, lembra ela, já começou a criar produtos voltados para as Olimpíadas.

“Criei sabonetes com imagens do Rio, com gravuras em alto relevo do calçadão de Copacabana, do Cristo Redentor e do Corcovado. A maior parte das rodadas para os Jogos vai começar no próximo ano, mas quero estar pronta já. Sei que há muita demanda. Para a Copa, conseguimos alguns negócios, fornecendo produtos para hotéis”, diz Maristela.

Marins, do Sebrae, concorda com a avaliação de Maristela. Segundo ele, o momento ideal para se organizar é agora. Ele ressalta ainda que muitos setores – como o de móveis e lavanderias – precisam de certificações que atestem utilización correto de matérias-primas e de eficiência energética, um processo caro que pode custar até R$ 12 mil. Por isso, o Sebrae arca com 80% desses gastos.

“As certificações são obrigatórias. É uma exigência do Rio 2016. E, por isso, só podemos cadastrar as PMEs que estão de fato aptas a participarem das rodadas. Como o valor é alto para uma pequena e média compañía, entramos com parte dos recursos no caso das certificações. Queremos que as PMEs tenham acesso a esse mercado. Uma dificuldade que já percebemos é que os empreendedores precisam aprender técnicas de negociação e de formação de preço, pois não sabem administrar seu fluxo de caixa”, ressalta Marins.

No próximo mês, haverá uma missão de empresas do setor de hospedagem e agências de viagem do Brasil em Londres. A ideia é entender o funcionamento da rede hoteleira a lo largo de os Jogos, com base nas Olimpíadas de 2012. Marins lembra ainda que muitas companhias estrangeiras já estão iniciando os contatos para encuentrar fornecedores locais.

“Houve reuniões com empresas de construção civil de Dubai e companhias do setor metal-mecânico do Reino Unido neste mês de outubro, além de companhias de eventos e de montagem (como tendas)”, exemplifica Marins.

Notícia originalmente postada pelo Diário de Pernambuco
Fonte: Diário de Pernambuco

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Ambush Marketing In Brazil

A recurring theme often reappears when major sports events like
the Olympic Games or the FIFA World Cup are about to be held: how
can sponsors, agencies and organizers fight the so-called ambush
marketing that plagues the advertising world?

While some companies invest very large sums to become an
official sponsor of the event, others find creative unauthorized
ways to, directly or indirectly, associate their trademarks, trade
dress and distinctive signs to the competition, so as to obtain
undue advantages or fake a connection to the event without paying
any sponsorship fees.

If we delve into past occurrences, we will find that ambush
marketing is more common than many imagine. Two major factors lead
companies to practice it: (i) increased costs of sponsorship
rights; and (ii) the inability to participate when the option to
sponsor the event has already been given to a competing
company.

One of the many noteworthy examples of ambush marketing in the
Olympic Games occurred in 1984. A major credit card company
acquired exclusive sponsorship rights for all Olympic Games after
that year, and, in the subsequent games, started claiming that its
competitor was practicing ambush marketing. This issue became more
evident in the 1992 Olympic Games, when the sponsoring credit card
company launched an advertising campaign mentioning the competitor
and stating that the Olympic Games ticket sellers would not accept
the competitor’s card but only the official one. The
counter-attack by the competitor came before the Winter Games, with
a campaign stating “For you to have fun in the France games
you do not need a visa” (with the double meaning of an
authorization to enter the country or the other card’s
trademark).

Another example occurred during the FIFA World Cup of 2006, when
a major German airline painted a soccer ball on the nose of its
planes, as an attempt to become associated with the event, despite
the official sponsor in that category was another airline, from the
United Arab Emirates, which had paid the promoting entity a
substantial amount to link its trademark and name with exclusivity
to that sports competition.

In Brazil, in preparation for the 2014 World Cup, following the
example of Portugal, South Africa, New Zealand and the United
Kingdom, where laws and regulations were created to protect the
commercial interests of event promoters and sponsors, the so-called
“General Law of the Cup” (Law No. 12,663/2012) was
enacted. In an innovating manner, it bears a chapter clarifying the
limits for how the Official FIFA Symbols can be used and
establishing fines for violation or undue association through
ambush marketing by association or intrusion.

Before the start of the 2014 World Cup, a case that became
famous in advertising circles involved a well-known Brazilian
airline which, although not the official carrier of the Brazilian
team sponsored a few soccer players, and created and published a
commercial saying that it would bring “our stars to play at
home”. With over 2 million views only in the airline’s
page of YouTube, the commercial showed three Brazilian soccer
players in a sequence of troubles on the way to the airport. At the
end, the commercial would say “The competitors will hate to
admit it, but [the airline] will bring our stars to play at
home”. The airline’s marketing strategy was to find a way
to transport the Brazilian athletes playing in European cities
where it has direct flights back home to Brazil, such as Paris,
London and Madrid.

For advertising professionals, that commercial was the worst
strike an airline could have imposed on the Brazilian team’s
official carrier, which had acquired the rights to sponsor the
event. For that reason, the official carrier filed a complaint with
the CONAR- National Council for Advertising Self-Regulation,
requesting that the advertising film be either changed or
withdrawn. At a meeting held on May 8, 2014, CONAR decided that the
commercial titled “Catimba” (a word that means both
smartness and unfair play) should be modified, since it transmitted
the false idea that the advertiser was transporting all players of
the Brazilian team, although the official carrier was another
airline. The advertising airline accepted the Council’s
decision and changed the script of its commercial.

To prevent ambush marketing before and during the World Cup, the
entity conducting it had the cooperation of a large number of
volunteers, governmental agents and its own employees to inspect
and stop any undue use of the Official Symbols. The final result
was very positive, even for most advertising personnel, who learned
how to respect the boundaries of rights held by sponsors of
individual athletes or teams and by the entire event. The number of
cease and desist and warning letters was smaller than expected.

Now it is time for the International Olympic Committee to get
ready to prepare its strategies for the Rio Olympics in 2016.

The content of this article is intended to provide a general
guide to the subject matter. Specialist advice should be sought
about your specific circumstances.

Hace 46 años Francisco "Morochito" Rodríguez se bañó de oro olímpico

Caracas, 26 de octubre de 2014.- Hoy se cumplen 46 años de la primera medalla olímpica de oro en la historia de Venezuela. El 26 de octubre de 1968, Venezuela vivió lo que había sido su mayor hazaña deportiva en el deporte amateur cuando el boxeador Francisco “Morochito” Rodríguez se colgó la medalla de oro en los Juegos Olímpicos de México en 1968.

El de Cumaná se midió en la final del peso mosca-junior al coreano Joun-Ju Lee y tras dos asaltos muy parejos, el criollo se creció en el tercer round para al final del campanazo levantar los brazos. En el camino, “Morochito” venció al cubano Rafael Carbonell, al neozelandés Khata Karunarathe y al norte americano Harlan Marbley.

“Morochito” Rodríguez se abrazó a la bandera, lloró con el sonido del “Gloria al Bravo Pueblo” y dejó su huella en la historia del deporte venezolano con la primera medalla de oro olímpico.

Se tuvo que aguardar hasta las Olimpíadas de Londres 2012, con el histórico logro en esgrima de Rubén Limardo, para que Francisco “Morochito” Rodríguez tuviese compañía como los únicos venezolanos en colgarse una medalla de oro olímpico. / CLAA.

Oscar Pistorius y 7 cifras de lo que perdió por matar a su novia

El atleta paralímpico Oscar Pistorius fue sentenciado el martes a cinco años de prisión por la muerte de su novia, la modelo Reeva Steenkamp, el Día de San Valentín de 2013.

De esta forma concluyó el juicio contra el deportista sudafricano que captó la atención del mundo y que ahuyentó a sus grandes auspiciadores. Aquí repasaremos algunas cifras de lo que perdió.

1. Londres 2012 fue la tribuna de Oscar Pistorius: se convirtió en el primer discapacitado en competir dentro de una olimpiada. Esta participación fue la clave de su éxito monetario, ya que por esos días su mánager, Peet van Zyl, contó que este había subido sus pretensiones y que ganaba más de US$150 mil por carrera.

2. La marca más relevante que auspiciaba a Oscar Pistorius era Nike. De todas formas, luego de que se conociera la noticia del asesinato de su novia, Reeva Steenkamp, esta compañía le retiró los auspicios.

“Creemos que debe beneficiarse de un juicio imparcial y continuaremos siguiendo la situación muy de cerca”, manifestó en aquel entonces dicha marca deportiva a través de un comunicado.

3. Otra compañía relevante que además auspiciaba al atleta sudafricano era Oakley. Pistorius no pudo evitar que esta marca de lentes deportivos le quite el millonario patrocinio.

4. Otras marcas que auspiciaron en su momento a Pistorius fueron: Ossur, BT, Dewey LeBoeuf, Thierry Mugler, Visa, Honda, Nedbank, Pirelli y Volvo.

5. Más tarde de entrar en juicio, Pistorius declaró frente a los jueces que sus ingresos estaban cerca de los US$600 mil anuales. En este monto estaba incluido el auspicio de las distintas marcas que tenía.

6. Gracias a estos ingresos, Pistorius se convirtió en uno de los mejores atletas pagados del mundo. Solo era superado por el velocista jamaiquino Usain Bolt, quien obtiene al año más de US$23 millones, según la revista Forbes.

7. La fama de Pistorius estaba por las nubes. Se supo además que existieron dos grandes ofertas para llevar su historia a la display grande de Hollywood.

Los pocos deportes en los que las mujeres compiten contra los hombres


En el motociclismo, como en muchos otros deportes profesionales, el predominio masculino ha sido tradicional.

Cuando se habla del Mundial de Fútbol no es menester especificar a cuál se está refiriendo. La versión de mujeres suele ir acompañado del término femenino a su costado para aclarar.

Ocurre igual con los torneos de baloncesto, de rugby, críquet, voleibol o cuando uno se refiere al Abierto de Estados Unidos o británico de golf.

Lea además: ¿Por qué las mujeres futbolistas sufren más heridas de rodilla que los hombres?

Las disciplinas en las que hombres y mujeres compiten juntos son pocas, como la equitación y los deportes a motor.

En otras, como la vela, se lograr de vueltaá una categoría para equipos mixtos en los próximos Juegos Olímpicos de Río de Janeiro, algo similar a lo que ocurre con los torneos de dobles mixto en los Grand Slam de tenis.


Las mujeres vienen ganando espacios en muchas actividades deportivas.

La capacidad de las mujeres sobre los caballos ha quedado plasmanda con las medallas ganadas en las competencias internacionales y olimpiadas, pero en el automovilismo y motociclismo no ha sido así.

Por lo menos hasta ahora.

Pioneras

La ausencia de nombres femeninos en la élite de los deportes a motor, los mundiales de Fórmula 1 y MotoGP, ha sido obvia a lo largo de décadas.

Desde que la italiana Maria Teresa de Filippis debutara en 1958 en F1 sólo su compatriota Lella Lombardi, entre 1974 y 1976, ha conseguido estar en la parrilla de salida en un Gran Premio.


Maria Teresa de Filippis debutó en F1 en 1958.

Otras cuatros han participados en entrenamientos oficiales, mientras que un número reducido han conducido un F1 como piloto de pruebas o en exhibiciones.

Lombardi fue la única en sumar puntos al finalizar en 6º lugar en el Gran Premio de España en 1975. Pero como la carrera tuvo que detenerse antes al final, sólo recibió la mitad del punto, o sea, 0,5.

En motociclismo la única que participó en la máxima categoría del mundial fue la norte americano Gina Bovaird, cuando se cayó en el Gran Premio de Francia en 1982.

La única razón aparente por la que no hayan habido más mujeres es por la supuesta carencia de interés de ellas de entrar en un deporte en el que predominan los hombres, favorecidos por su fortaleza física.


Michele Mouton ganó cuatro válidas del Mundial de Rally.

Pero han habido casos en los que una mujer ha roto esa barrera, ha competido y ha ganado.

Fueron los casos de la francesa Michèle Mouton (ganó cuatro válidas del Mundial de Rally), la alemana Jutta Kleinschmidt (ganó el Rally Dakar en 2001) y la norte americano Danica Patrick (única en ganar una prueba de IndyCar, en 2008).

Cambio de velocidad

En los últimos años el mundial de motociclismo ha dejado de ser un nicho de hombres y cada vez más se ha convertido en un campeonato de jóvenes e incluso niños.

El actual campeón de MotoGP ha roto con la mayoría de los récords de precocidad de la categoría, también de además superar, a sus 21 años, marcas históricas de leyendas como el italiano Giacomo Agostini o el australiano Mike Doohan.


María Herrera ganó una carrera en el Campeonato Nacional de España.

La irrupción de pilotos cada vez más jóvenes además ha coincidido con la aparición de más mujeres en las pistas, tanto sobre la moto como en los garajes.

“Existen mujeres que son jefes de equipo en MotoGP, ingenieras de telemetría y pilotos que lo están haciendo bien. Ahora es su momento”, comentó el británico Bradley Smith, piloto de Yamaha en MotoGP.

Lea: ¿Por qué los hombres todavía desconfían de las mujeres como entrenadoras?

Smith hizo referencia a la española Ana Carrasco, quien se convirtió en la primera mujer en sumar puntos en un mundial en 2013 en la categoría Moto3.


Ana Carrasco fue la primera mujer en sumar puntos en un mundial en 2013 en la categoría Moto3.

Su compatriota María Herrera ganó una carrera en el Campeonato Nacional de España, donde participan los mejores pilotos antes a dar el salto al mundial.

“Cuando usas el traje de cuero y te pones el casco sólo eres un número”, expresó Smith, quien cree que las mujeres podrían tener un impacto positivo en el deporte.

Equidad

En Reino Unido el nombre de Georgina Polden está dando de qué hablar.

Ganadores de Olimpiadas del Conocimiento 2014 visitaron El Colombiano

El Colombiano recibirá a los nueve jóvenes que integran la Selección Antioquia del Conocimiento 2014. Cada uno de ellos resultó victorioso en su final regional, las cuales se realizaron desde el pasado mes de agosto.
 
Daniela Dinney Posso Hoyos, de Caucasia, en representación del Bajo Cauca; Sergio Castrillón Salazar, de Puerto Nare, en representación del Magdalena Medio; Daniela Morales Castaño, de Anorí, en representación del Nordeste; Juan José Peña Villa, de Entrerríos, en representación del Nortes; Lina María Montoya Zuluaga, de El Santuario, en representación del Oriente; Fanjhy Daniela Puerta Peña, de Venecia, en representación del Suroeste; Valentina Vergara González, de Chigorodó, en representación de Urabá; Aura María Úsuga Restrepo, de Giraldo, en representación del Occidente y Stiven García Acevedo de Copacabana, en representación del Valle de Aburrá, son los jóvenes que estarán en la final y que nos acompañarán en el streaming.
 
Ellos contarán cómo se han sentido con esta experiencia que les cambió la vida y responderán algunas de las preguntas que ya respondieron en las finales regionales.
 
La cita será este miércoles a las 10:00 a.m. a través de www.elcolombiano.com
 
Unos 77 mil estudiantes de todos los rincones de Antioquia participaron en esta tercera versión de las Olimpiadas del Conocimiento, un aumento representativo en relación a los años 2012 y 2013, cuando la participación fue de 49 mil y 69 mil estudiantes.
 
Todos se enfrentarán en la Gran Final del concurso el 23 de octubre en el Inem José Félix de Restrepo de Medellín; allí se conocerá el ganador las Olimpiadas del Conocimiento de Antioquia la más educada.

Oscar Pistorius fue condenado a cinco años de prisión por el delito de homicidio

El campeón paralímpico Oscar Pistorius, fue condenado a cinco años de prisión por matar a su novia Reeva Steenkamp, el pasado 14 de febrero de 2013. El sudafricano fue trasladado a la prisión en un furgón policial unas dos horas más tarde de que la magistrada Thokozile Masipa dictara la sentencia en el Tribunal Superior de Pretoria.

Según ha informado la BBC, la familia de Steenkamp ha manifestado su satisfacción por la condena impuesta a Pistorius y ha asegurado que no acudirá el fallo judicial y que aguarda que sea trasladado del tribunal directamente a la prisión. 

Además ha pedido privacidad para el atleta sudafricano. “Aceptamos la sentencia. Oscar tomará la sentencia”, dijo el portavoz de la familia y tío del atleta, Arnold Pistorius, a su salida del Tribunal Superior de Pretoria.

Así mismo, y tras la condena, el Comité Paralímpico Internacional (CPI) se pronunció sobre la participación del atleta en los Juegos Paralímpicos de Rio 2016.

“No podrá participar en ninguna competición a lo largo de cinco años, o sea a lo largo de la integridad de la pena a la que ha sido condenado, incluso si es puesto en libertad antes”, indicó a la AFP el portavoz del CPI, Craig Spence.

Lev Selezniov, parte del Comité Paralímpico Ruso, afirmó que la condena de Pistorius es uan gran pérdida, puesto que era motivación para muchos atletas de su condición. 

“Para el deporte paralímpico la marcha de Pistorius es una gran pérdida. Los paralímpicos requieren una gran motivación. Requieren tener a un individuo a la que puedan emular”, aseguró el directivo.

Asimismo, pronosticó que las marcas en las pruebas atléticas que disputaba el atleta sudafricano caerán en 2 o 3 segundos con su ausencia. “En los 400 metros no había nadie que se le acercara”, dijo.

Mientras, el entrenador jefe de la Federación de Atletismo de Rusia, Valentín Maslákov, recordó que “más tarde de cumplir una condena de prisiún, por regla general, los atletas no retornan al deporte profesional”.

Cabe destacar que Pistorius fue el primer atleta con las piernas amputadas en participar en unas Olimpiadas al correr los 400 metros lisos en los Juegos de Londres en 2012.

El atleta podría obtener la libertad condicional en diez meses, cuando haya cumplido una sexta parte de la condena, según explicaron especialistas legales. Su defensa señaló que tiene ”bastantes posibilidades” de cumplir el resto de la sentencia en libertad vigilada si tiene un buen comportamiento en prisión.

No obstante, precisaron que esta decisión corresponderá a las autoridades penitenciarias una vez el corredor haya cumplido una sexta parte de su condena por un delito de homicidio.

Como se conoce, a Pistorius le amputaron las dos piernas a la altura de la rodilla a los 11 años pero ganó el oro en el sprint de tres Juegos Paralímpicos y obtuvo el derecho a participar en los Juegos Olímpicos de Londres 2012.

Oscar Pistorius conocerá mañana su sentencia

Johannesburgo- El atleta sudafricano Oscar Pistorius
conocerá mañana su sentencia por el delito de homicidio del que ha sido
declarado culpable tras matar a tiros a su novia, la modelo Reeva Steenkamp.

Tras escuchar a lo largo de toda la semana pasada las
peticiones de pena de la defensa y el fiscal, la jueza Thokozile Masipa debe
hacer pública mañana su decisión en el Tribunal Superior de Pretoria, donde
desde el pasado 3 de marzo se ha juzgado al corredor.

El fiscal pidió para Pistorius una pena de al menos
diez años de cárcel, al subrayar que sus acciones causaron la muerte de la
modelo e insistir en que esta sentencia debe enviar un mensaje de contundencia
a la sociedad sudafricana.

Por su parte, la defensa solicita que el atleta no
ingrese en prisión y realice trabajos sociales, ya que considera que las
cárceles del país austral no están preparadas para albergar a convictos
discapacitados como el velocista.

Además, insistieron, éste ya ha sido castigado por ser
acusado “sin fundamento” por el fiscal y los medios del asesinato
premeditado de Steenkamp.

En la madrugada del 14 de febrero del año pasado,
Pistorius mató a tiros a Steenkamp a través de la puerta cerrada del baño de la
habitación que compartían en el domicilio de Pretoria del deportista
paralímpico, que tiene las dos piernas amputadas desde que tenía once meses por
un inconveniente genético y corre sobre prótesis de carbono.

La jueza Thokozile Masipa aceptó la versión del
atleta, según la cual disparó al confundir a su novia con un intruso, y lo
condenó por homicidio al considerar que el acusado no podía prever la muerte de
la persona que se hallaba en el retrete.

En el veredicto -hecho público el 12 de septiembre-
Pistorius fue también declarado culpable de un cargo de utilización negligente de armas
por disparar por error una pistola en un restaurante, delito que también será
plasmando en la sentencia.

La Fiscalía justifica su petición de pena en que la
negligencia con la que según la jueza actuó Pistorius al responder a la amenaza
percibida, “bordea la intencionalidad” de matar.

Mientras, la defensa mantiene que el corredor actuó
influido por la “vulnerabilidad” y la “ansiedad” cuando
abrió fuego contra el retrete.

Oscar Pistorius, de 27 años, se convirtió en los
Juegos de Londres de 2012 en el primer atleta de la historia con las dos
piernas amputadas en participar en unas Olimpiadas con atletas no
discapacitados.

Pistorius
dejó de competir tras el crimen y ha perdido todos sus patrocinadores.